Em 2017, quando iniciamos o projeto inCharge, tínhamos em mente lidar com as questões financeiras que assombram o dia a dia de qualquer gestor de uma unidade aeroportuária. O modelo tarifário aplicado no Brasil é pouco claro quanto a sua execução e auditoria, permitindo inclusive que, sob o princípio da facilitação, terceiros realizem a arrecadação de tarifas. A abordagem inicial dos processos financeiros era demasiadamente complexa. Parecia não haver uma saída clara para simplificar a questão. As contas não fechavam! A análise dos processos indicava impedimentos jurídicos, impedimentos na legislação e muitos conflitos de interesse. Entre outras coisas, ficou claro a falta de transparência na atual organização do…